A MENTIRA POR TRÁS DO PROTESTANTISMO:

A MENTIRA POR TRÁS DO PROTESTANTISMO!
A história não perdoa quando a gente decide olhar para os fatos sem passar pano. No fundo, a origem da Reforma Protestante esconde uns absurdos que ninguém no meio protestante tem coragem ou conhecimento histórico para comentar abertamente. O caso do casamento de Felipe de Hesse mostra exatamente isso. Dá para ver direitinho como a fé foi dobrada só para agradar quem tinha dinheiro e exército na mão.

O tal príncipe já tinha esposa e sete filhos, mas cismou que queria se casar de novo com uma jovem de dezessete anos.

A mãe da moça foi esperta e bateu o pé.

Falou que a filha só aceitaria se fosse casamento de verdade, nada de virar simples amante de nobre.

Felipe procurou Lutero exigindo um aval teológico "baseado nas Escrituras", pisando fundo na chantagem. Afinal, ele era o líder militar que defendia os protestantes dos exércitos do imperador Carlos V. Lutero precisava dele desesperadamente.

A saída foi desastrosa. Lutero e Melanchthon assinaram um documento secreto autorizando a bigamia do pervertido.

Eles usaram passagens do Antigo Testamento para inventar uma exceção e trataram aquele absurdo como se fosse um "remédio espiritual" para conter o desejo do príncipe devasso. 

Passaram por cima da clareza do Evangelho de São Mateus: "O que Deus uniu, o homem não separe" (Mt 19, 6).

E não parou por aí.

Orientaram o nobre pervertido a mentir descaradamente para todo mundo caso a história viesse à tona.

Inventaram a tese de que uma "boa mentira de necessidade" era perfeitamente aceitável para salvar a reputação do movimento.

Passaram por cima do conselho direto da Escritura em Provérbios: "Os lábios mentirosos são abomináveis ao Senhor" (Pr 12, 22).

O segredo durou pouquíssimo tempo. A mãe da noiva deu com a língua nos dentes, espalhou a novidade para todo mundo e o escândalo estourou na Europa inteira. Melanchthon quase morreu de remorso quando viu o tamanho da vergonha, enquanto Lutero se esquivou fingindo que aquilo era assunto de "confissão privada". As assinaturas originais dos dois continuam lá, guardadas até hoje no Arquivo Estadual de Hesse em Marburg. Não tem como apagar.

Esse tipo de safadeza teológica nunca foi exclusividade dos alemães. Do outro lado do canal, na Inglaterra, Henrique VIII, outro pervertido, queria se livrar de Catarina de Aragão para se casar com Ana Bolena. O Papa, diferentemente dos luciferianos Lutero e Melanchthon, bateu o pé e manteve a doutrina clássica de que o matrimônio não se quebra por capricho do rei.

O que fez Henrique VIII? Simplesmente cortou laços com Roma, criou a própria religião e se declarou a autoridade máxima da igreja local. 

Quando a lei de Deus incomodou a vontade do governante, mudaram a fé para não ter que mudar o homem.

Esqueceram totalmente a bronca severa de Santo Inácio de Antioquia aos cristãos do século I: "Não vos enganeis, meus irmãos: os que corrompem as famílias não herdarão o Reino de Deus".

Sem o Magistério e sem a Tradição viva para segurar a barra, a moral vira uma geleia.

Quem abandona a Rocha firme acaba boiando no mar dos costumes da época.

Como já avisava São João Crisóstomo no século IV: "Não se deve alterar o que foi transmitido desde o princípio, pois a novidade é invenção do demônio".

O próprio lema do sola scriptura parecia uma promessa de fidelidade cega ao texto bíblico, mas virou uma ferramenta perfeita para ajustar o discurso de acordo com a conveniência.

O apóstolo São Paulo já previa exatamente esse tipo de desvio em sua carta a Timóteo: "Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias concupiscências" (2Tm 4, 3).

Essa mania de reescrever as regras continua firme e forte nos dias de hoje. A ordenação de mulheres é um retrato perfeito desse movimento. Por praticamente dois milênios, a Igreja manteve o sacerdócio reservado aos homens por causa da escolha do próprio Cristo e da prática dos apóstolos.

Bastou a cultura ocidental mudar no século XX para a maioria das denominações históricas ceder de vez.

Covardes e sem compromisso com a verdade, Luteranos, anglicanos e presbiterianos alteraram o discurso rapidinho.

O que antes era considerado inegociável passou a ser interpretado de outro jeito só para não bater de frente com as exigências do mundo moderno e dos poderosos.

São Ireneu de Lyon combatia essa mesma mania de reinventar a fé no século II: "É necessário obedecer aos presbíteros que estão na Igreja, àqueles que possuem a sucessão desde os apóstolos e que, com a sucessão do episcopado, receberam o carisma seguro da verdade".

Gente até bem-intencionada, mas sem boa formação bíblica e histórica tenta passar pano para essas atitudes de Lutero dizendo que foram "errinhos bobos", "falhas sem importância" ou simples "pecados veniais".

Mas a verdade é nua e crua. Quando você se prostitui e relativiza a verdade para salvar uma causa política, a fé vira uma casca vazia.

O apóstolo São Tiago foi direto ao ponto sobre o perigo de tentar agradar a todos: "Aquele que quer ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus" (Tg 4, 4).

Nada de bom pode nascer de um galho que se corta da árvore verdadeira!
📸Créditos na Imagem Via Pinterest Texto Via Página Católica.: https://www.facebook.com/MinhaSantaIgrejaCatolicaApostolicaRomana

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

QUARESMA EM ORAÇÃO TODOS OS DIAS COM PADRE ALEX NOGUEIRA,FREI GILSON E IRMÃ KELLY PATRÍCIA NO YOU TOBE, FACEBOOK, INSTAGRAM E WHATSAAP

14/09/2025 FESTIVIDADE DA EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ 24° DOMINGO DO TEMPO COMUM ANO C:

O QUE SIGNIFICA AS CORES DAS VELAS DO ADVENTO?!