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CATEQUESE.: "A CRUZ ANUNCIADA NO DESERTO: O SENTIDO PROFUNDO DA SERPENTE DE BRONZE!"

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“A Cruz Anunciada no Deserto: O Sentido Profundo da Serpente de Bronze” O episódio de Números 21,4-9 revela, de forma profunda, a relação entre pecado, castigo, arrependimento e misericórdia divina ao longo da caminhada do povo de Israel no deserto.  Durante a travessia, o povo, já cansado e impaciente, começa a murmurar contra Deus e contra Moisés, demonstrando ingratidão ao desprezar o maná e duvidar do cuidado divino. Essa atitude de rebeldia manifesta não apenas uma fraqueza momentânea, mas uma constante dificuldade de confiar plenamente em Deus. Como consequência, surgem serpentes venenosas que passam a morder o povo, provocando sofrimento e morte. Diante dessa situação, Israel reconhece seu pecado e pede a intercessão de Moisés, que ora a Deus em favor do povo.  A resposta divina, no entanto, não elimina imediatamente o problema, mas oferece um caminho de salvação: Deus ordena que Moisés faça uma serpente de bronze e a coloque sobre um poste; todo aquele que...

A CONDENAÇÃO DE JESUS CRISTO DIANTE DE PÔNCIO PILATOS!

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Ao amanhecer, os príncipes dos sacerdotes novamente declaram Jesus réu de morte, e depois conduzem-no a Pilatos, a fim de que este O condene a morrer crucificado. Pilatos, tendo interrogado diversas vezes tanto os Judeus como nosso Salvador, reconhece que Jesus é inocente e que todas as acusações são calúnias. Sai, pois, para fora e declara que não acha em Jesus culpa alguma para condená-Lo. Vendo, porém, que os Judeus se empenhavam sumamente em fazê-Lo morrer, e ouvindo que Jesus era da Galiléia, para tirar-se dos apuros, remisit eum ad Herodem “devolveu-O a Herodes”. Herodes ficou muito contente ao ver Jesus levado à sua presença. Esperava ver um dos muitos milagres obrados pelo Senhor e dos quais tinha ouvido falar. Interrogou-O muito, mas Jesus se calou e não lhe deu resposta alguma; castigando assim a vã curiosidade daquele insolente: At ipse nuhil illi respondebat. Ai da alma a qual o Senhor não fala mais. Meu Jesus, eu também tinha merecido este castigo, por ter resi...

CRONOLOGIA DA SEMANA SANTA DE JESUS CRISTO DO DOMINGO DE RAMOS ATÉ O DOMINGO DA RESSURREIÇÃO

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CRONOLOGIA DA SEMANA SANTA DE JESUS CRISTO DO DOMINGO DE RAMOS ATÉ O DOMINGO DA RESSURREIÇÃO! C omecemos a Semana Santa com o Domingo de Ramos, quando Jesus entra em Jerusalém. E termina no domingo de Páscoa quando Jesus ressuscita dos mortos. Te convido a viver cada dia da semana santa se colocando no lugar de Jesus e de Maria, revivendo os momentos fundamentais da nossa libertação. Eis algumas leituras que podem nos ajudar a viver a Semana Santa: DOMINGO DE RAMOS: A ENTRADA TRIUNFAL DE JESUS EM JERUSALÉM: “Eis que o teu rei vem a ti, manso e montado num jumento, num jumentinho… Quando Jesus entrou em Jerusalém, a cidade inteira ficou alvoroçada…” Mt 21 Jesus Cristo na sua humildade entrou em Jerusalém montado em um jumentinho. E nós hoje somos humildes? Será que estamos preparados para escolher o mais simples, ou procuramos sempre ser vaidosos e nos mostrarmos melhores do que os outros! Deixe Jesus tomar posse da sua vida, dos seus pensamentos...

REFLEXÕES PARA A SEMANA SANTA.: A CRUCIFICAÇÃO DE JESUS CRISTO!"

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A crucificação, segundo a história antiga e a Tradição católica, era um dos métodos de execução mais cruéis usados pelo Império Romano, reservado principalmente para criminosos, escravos e rebeldes. A Igreja compreende esse contexto ao meditar sobre a Paixão de Jesus Cristo. Antes da crucificação, o condenado era açoitado (flagelação). Isso já causava enorme sofrimento físico e perda de sangue. Nos Evangelhos, isso aparece claramente no julgamento de Jesus por Pôncio Pilatos. O condenado normalmente carregava a trave horizontal (chamada patibulum) até o local da execução. No caso de Jesus, a tradição recorda que Ele caiu várias vezes no caminho, episódio conhecido como o caminho do Calvário. A execução acontecia em lugares públicos, como o Gólgota (também chamado Calvário), para servir de exemplo e intimidação. O condenado era pregado ou amarrado à cruz: - Pregos eram colocados nos pulsos (região mais resistente) e nos pés; - O corpo ficava suspenso, causando dor extrema; ...

VOCÊ VIVE A CASTIDADE NO NAMORO?!

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Você vive a castidade? Você quer que seu relacionamento dure para sempre? É difícil segurar-se mediante os desejos sexuais? Você é um lutador que deseja viver a santidade no namoro? Então, esse post é para você. A castidade é uma forma segura de proteger o amor entre um homem e uma mulher. É um meio seguro de promover o discernimento entre o casal de namorados para a escolha do matrimônio. Afinal, o que ela significa? A Igreja ensina que a castidade é uma energia espiritual, que protege o amor contra o egoísmo e a agressividade, e o conduz à plena realização. Se você deseja proteger seu namoro do egoísmo e da agressividade, viva a castidade. Não viva só porque a Igreja pede, mas porque você quer se valorizar e proteger o amor entre você e seu namorado, caminhando a plena realização. A castidade comporta uma aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia da liberdade humana. A alternativa é clara: ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz ou se deixa subjugar por ela...

HOMILIA DO DOMINGO DE RAMOS

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A prioridade de Deus e a purificação do coração na Semana Santa "N o primeiro dia da Festa dos Ásimos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: 'Onde queres que façamos os preparativos para comer a Páscoa?' Jesus respondeu: 'Ide à cidade, procurai certo homem e dize-lhe: O mestre manda dizer: o meu tempo está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa, junto com meus discípulos'. Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a Páscoa" (Mateus 26,14-27,66). Irmãos e irmãs, hoje, Domingo de Ramos, da Paixão do Senhor, iniciamos a Semana Maior, a semana mais importante de toda essa preparação que temos vivido na liturgia, que preparou o nosso coração, nossos sentimentos, o nosso pensamento para este momento. O Domingo da Paixão do Senhor já é o relato da Paixão. Inicia-se a semana em que o nosso coração deve estar, mais ainda, tendo como prioridade Deus. Um coração preparado para as graças da ressurreição Nós vivemos a celebração d...

ABERTURA DA SEMANA SANTA, DOMINGO DE RAMOS 28/03/2026 ANO A:

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Primeira Leitura (Is 50,4-7) Leitura do Livro do Profeta Isaías. 4O Senhor Deus deu-me língua adestrada, para que eu saiba dizer palavras de conforto à pessoa abatida; ele me desperta cada manhã e me excita o ouvido, para prestar atenção como um discípulo. 5O Senhor abriu-me os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás. 6Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba; não desviei o rosto de bofetões e cusparadas. 7Mas o Senhor Deus é meu Auxiliador, por isso não me deixei abater o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra, porque sei que não sairei humilhado. — Palavra do Senhor. — Graças a Deus! Responsório Sl 21(22),8-9.17-18a.19-20.23-24 (R. 2a) S- Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes? R- Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes? - Riem de mim todos aqueles que me veem, torcem os lábios e sacodem a cabeça: 'Ao Senhor se confiou, ele o liberte e agora o salve, se é verdade que ele o ama!'. - Cães numerosos me rodeiam furioso...