CASAMENTO CIVIL OU UNIÃO ESTÁVEL SÃO INVÁLIDOS PERANTE A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA!

CASAMENTO CIVIL OU UNIÃO ESTÁVEL SÃO INVÁLIDOS PERANTE A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA!
 Muitos católicos vivem hoje uma situação confusa e bem dolorosa. Eles se casam no civil ou apenas moram juntos, mas na hora da Missa sentem aquele aperto no coração porque sabem que não podem comungar.

Eu conheço esse drama na pele. Durante anos, fui casado apenas no cartório. Como eu tinha um conhecimento bem raso da doutrina católica, achava que estava tudo bem e entrava na fila da Comunhão sem peso na consciência.

Tudo mudou no dia em que assisti a uma palestra do Padre Paulo Ricardo. As palavras dele abriram os meus olhos. Percebi, com muita clareza, que eu estava agindo totalmente errado e vivendo longe do que Deus pede de nós.

Irmãos, a verdade nua e crua é que, para quem é batizado, a união só no papel do cartório não passa de uma situação de pecado. Não existe meio termo ou casamento "mais ou menos" para o católico. Ou a união aconteceu no altar, seguindo a forma canônica exigida pela Igreja, ou a pessoa está vivendo em fornicação.

Como explica o Código de Direito Canônico no Cânon 1108, só são válidos os casamentos contraídos perante o padre ou diácono e duas testemunhas.

O comodismo do mundo moderno inventou o nome bonito de "união estável", só que apelidos simpáticos não mudam as leis divinas. A Bíblia deixa claro o plano original do Criador: "Por isso, o homem deixará o seu pai e a sua mãe, e se unirá à sua mulher. E os dois serão uma só carne" (Gn 2, 24).

A Igreja não exige o Matrimônio por pura burocracia ou para complicar a vida dos casais. O Batismo muda a nossa alma e eleva tudo o que fazemos para um nível espiritual. O casamento de dois batizados precisa refletir o amor de Cristo pela Igreja, e isso exige um compromisso público, firme e indissolúvel.

O Catecismo da Igreja Católica, no parágrafo 1631, ensina que o casamento-sacramento é um ato litúrgico público, e que esse caráter público protege o "Sim" e ajuda o casal a permanecer fiel. Quem escolhe ignorar o sacramento e prefere a vida sexual ativa fora dele peca contra a castidade. Por causa dessa barreira que o próprio homem levanta, fica impossível receber a Eucaristia ou até mesmo conseguir a absolvição na Confissão, já que falta o propósito real de mudar de vida. Deus continua amando essas pessoas e, como diz a Escritura, "quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade" (1Tm 2, 4), mas a comunhão exige reciprocidade.

Felizmente, a situação tem conserto e o caminho de volta para os sacramentos é simples. O casal precisa procurar o padre da paróquia para regularizar a união. Foi exatamente o que eu fiz. Procurei o sacerdote e, pouco tempo depois, eu e minha esposa estávamos casando diante do Santíssimo Sacramento. Foi uma cerimônia simples e com um custo simbólico, bem acessível para o nosso bolso. Se os dos lados estão de acordo, o processo corre sem grandes mistérios.

Existe também uma saída jurídica pouco conhecida para os casos em que um dos cônjuges se recusa a pisar no altar, seja por birra, seja por falta de fé. A Igreja oferece um recurso chamado sanação radical. Conforme o Cânon 1161 do Código de Direito Canônico, trata-se da convalidação do matrimônio sem a necessidade de renovar o consentimento, trazendo a dispensa da forma canônica e a retrotração dos efeitos para o passado. Por meio desse mecanismo, a autoridade da Igreja pode validar o consentimento que o casal já deu lá atrás, no casamento civil, transformando aquela união em sacramento sem a necessidade de uma nova cerimônia pública. O pároco local pode analisar o caso e dar entrada nessa papelada.

O primeiro passo para resolver esse drama é vencer a vergonha e buscar orientação na paróquia.

Depois de acertar a situação e fazer uma confissão bem sincera de coração, a mesa da Eucaristia se abre novamente.

Viver na graça de Deus dentro de casa transforma o lar em um lugar sagrado, permitindo que o casal viva o que diz o Apóstolo: "Vivo, mas não eu; é Cristo que vive em mim" (Gl 2, 20).

Créditos na Imagem Via Pinterest, Texto Via Página Católica.: https://www.facebook.com/MinhaSantaIgrejaCatolicaApostolicaRomana

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DE QUE ADIANTA A UM CASAL VIVER SOB O MESMO TETO SE OS CORAÇÕES ESTÃO DISTANTES E AS VONTADES CAMINHAM EM DIREÇÕES CONTRARIAS?!
Inspirados no ensinamento de Santo Agostinho, podemos perguntar: de que adianta um casal viver sob o mesmo teto se os corações estão distantes e as vontades caminham em direções contrárias?

No sacramento do Matrimônio, o homem e a mulher não assumem apenas um compromisso social ou afetivo. Eles pronunciam votos diante de Deus, prometendo fidelidade, entrega, unidade e perseverança por toda a vida. Essas palavras não são uma simples formalidade; constituem uma aliança sagrada que precisa ser renovada e vivida todos os dias.

A verdadeira união matrimonial não consiste apenas em permanecer na mesma casa, mas em lutar para possuir um só coração, uma só direção e uma vontade cada vez mais unida a Deus.

Por isso, quando o casal deixa de cuidar da aliança, de combater o egoísmo, de buscar o diálogo, o perdão e a reconciliação, o casamento começa a se esvaziar por dentro. Não basta dizer que o matrimônio está de pé apenas porque ainda se divide o mesmo teto. Uma aliança que não é cultivada corre o risco de permanecer apenas na aparência.

O voto feito diante de Deus não é qualquer coisa. É uma promessa santa. E quem ama verdadeiramente essa vocação não abandona a luta diante das primeiras dificuldades, mas procura, com humildade e com a graça de Deus, fazer valer aquilo que um dia prometeu no altar.

Créditos na Imagem Via Pinterest Texto Via Página Paráclitus.: https://www.facebook.com/Paraklitus

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UMA REFLEXÃO AOS CASAIS DO SÉCULO 21 E PARA OS (AS) SOLTEIROS (AS) TAMBÉM:
É pecado morar junto antes do casamento?

Sim, é pecado morar junto antes do casamento. O relacionamento sexual foi criado por Deus para ser desfrutado dentro do casamento. Se um casal quer fazer sexo, deve se casar (1 Coríntios 7:9).

Por que casar?

O casamento foi instituído por Deus para criar relacionamentos fortes e duradouros. Deus criou o casamento para ser uma aliança para a vida toda entre um homem e uma mulher, um relacionamento especial, seguro e íntimo. A relação sexual é uma coisa muito poderosa; dentro de um relacionamento estável de compromisso é muito bom mas fora desse ideal pode causar muitos problemas (1 Coríntios 6:18).

O casamento serve para:

Reconhecer a responsabilidade – no casamento, o casal faz um compromisso público. Assim, cada um é responsável não só perante o cônjuge mas também perante a sociedade e perante Deus. O casal reconhece que o desrespeito do casamento trará consequências negativas não só no relacionamento mas também sociais e espirituais
Proteger cada um – o casamento legal dá direitos legais a cada uma das partes, para impedir abusos
Dar estabilidade aos filhos – o casamento pretende criar um ambiente de segurança para crianças, com o pai e a mãe comprometidos ao seu cuidado
Quer saber mais sobre o casamento na Bíblia? Descubra aqui: o que a Bíblia diz sobre casamento?

Nem todo o casamento dá certo. É muito importante conhecer bem a pessoa com quem você vai casar, desenvolvendo uma boa amizade. Mas morar junto antes do casamento não ajuda. A relação sexual pode confundir o casal e dificultar a tomada de uma decisão acertada. O sexo não ajuda a conhecer melhor a personalidade de alguém.

Uma união estável é o mesmo que um casamento na Bíblia?

Não. Na Bíblia não havia casamento civil e a cerimônia mudou com o tempo, mas todo casamento válido tinha algum tipo de reconhecimento pela sociedade. Por exemplo, quando Jesus se encontrou com uma samaritana junto a um poço, ele reconheceu que ela estava morando junto com um homem mas sua união não era um casamento (João 4:17-18).

Mesmo Adão e Eva, que não tinham outras pessoas para testemunhar, tiveram a bênção de Deus para se unirem (Gênesis 1:28). A bênção de Deus e o reconhecimento social de um casamento válido são muito importantes na Bíblia.

Se você já mora junto com alguém sem ser casado, peça perdão a Deus e procure casar-se quanto antes. O casamento não tem que ser uma cerimônia muito luxuosa e cara. O importante é fazer um compromisso público para ser reconhecido como casamento legítimo. Se casar é um testemunho que o casal está comprometido e quer agradar a Deus.
Fonte: pesquisa do Google. Salve Maria! Valei-nos São José! Bom Dia!

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