ASSIM MORREU SANTA MARIA GORETTI EM 06/07/1902 20 HORAS DE AGONIA E 14 FACADAS!
Assim Morreu Santa Maria Goretti em 06-07-1902,
20 Horas de Agonia e 14 Facadas.
Maria Goretti está consumida pela sede:
"Mamãe, me dá uma gota d'água"
"Pobre Maria, o médico não quer, isso lhe causaria ainda mais dor."
Espantada, Maria continua:
"É impossível que eu não possa beber uma gota d'água!"
Observe Jesus na cruz, que também disse: "Tenho sede!"
O capelão do hospital ajuda o pai dando-lhe a Sagrada Comunhão.
perguntar:
"Maria, você perdoa seu assassino de todo o coração?"
Ela reprime uma repulsa instintiva e então responde:
Sim, eu o perdoo por amor a Jesus... E quero que ele se junte a mim no céu... Quero-o ao meu lado... Que Deus o perdoe, pois eu já o perdoei...
Com esses sentimentos, os mesmos de Cristo no Calvário, ela recebeu a Eucaristia e a Unção dos Enfermos, serena, calma, humilde no heroísmo de sua vitória.
O fim está próximo.
Você pode ouvir o nome dele:
"Pai".
Finalmente, após uma última invocação a Maria, ele entra na imensa alegria do Céu.
É 6 de julho de 1902, são três da tarde.
Que o amor presente na santidade e no sofrimento de Santa Maria Goretti nos ajude a perdoar aqueles que nos fizeram mal e a pedir perdão àqueles a quem magoamos.
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Santa Maria Goretti, rogai por nós.
endor/day.cfm
Texto En Español Via Página Confradia de la Virgen dela Carmen de Jiménez, Chihuauhua, México tradução Via Google Tradutor.: https://www.profile.php?id=10008895970411
Em 1947, Alessandro Serenelli desejava desesperadamente comparecer à cerimônia de beatificação em Roma de Maria Goretti, a jovem que ele havia assassinado décadas antes num acesso de paixão cega. Mas o destino, ou melhor, a Providência, decretou o contrário: o padre que o acompanharia morreu repentinamente e a viagem foi cancelada.
Apesar disso, Alessandro aceitou o convite para participar da celebração em Corinaldo, cidade natal de Maria. De Senigallia, ele pegou o trem, carregando no coração o peso do seu passado e o desejo de honrar, com sua humilde presença, a memória da mulher agora reconhecida pela Igreja como Beata.
Durante a viagem, ele conversou com um passageiro desconhecido. Em certo momento da conversa, Alessandro mencionou que era de Ascoli Piceno, e o homem, curioso, perguntou-lhe de onde vinha sua cidade.
O assassino de Maria mora lá?
"Sim, eu sabia", respondeu Alessandro, escolhendo as palavras com cuidado.
- Você o conhece?
Sim, eu o conheço bem.
- É verdade que ele virou um cappuccino?
- Não, ele não é religioso, ele é um trabalhador como eu.
Ao chegar em Corinaldo, dirigiu-se à casa de Ersilia, onde morava Asunta, mãe de Maria. Foi recebido com genuíno afeto. Os sobrinhos de Maria, que nunca o tinham visto antes, fitaram-no com espanto e sem ressentimento. Foi então que Asunta, com a magnanimidade de alma que só a dor redimida pode conferir, apresentou-o, dizendo:
Foi este homem quem abriu as portas do céu para a tia Maria. Graças a ele, ela agora é uma mulher abençoada.
Alessandro ficou comovido com tanta ternura. Nessas palavras não havia ódio, mas o eco de uma fé viva que sabia enxergar o mistério de Deus mesmo na mais profunda tragédia.
Texto En Español Via Página Adveniat Regum Tuum Tradução Via Google Tradutor.: https.://www.facebook.com/profile.php?id=100071160255815




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