A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA FOI E SEMPRE SERÁ CONTRA O ABORTO!
A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA FOI E SEMPRE SERÁ CONTRA O ABORTO!
O católico que faz ou ajuda a fazer um aborto não está apenas cometendo um erro comum. Ele se desliga da Igreja de forma automática. O nome disso é excomunhão "latae sententiae". A punição acontece no exato momento do ato, sem precisar de um julgamento ou de um anúncio do Papa. É um peso espiritual gigantesco. A pessoa perde o direito de receber a Comunhão, de se confessar e de participar da vida sacramental até que seja absolvida por quem tem essa autoridade.
Muita gente não entende o motivo dessa linha dura. Por que o aborto excomunga na hora e outros crimes horríveis, como o tráfico de drogas ou um homicídio comum, dependem de um processo longo no tribunal da Igreja?
A resposta está na fragilidade da vítima. O bebê no útero é o ser humano mais indefeso que existe na Terra. Ele não tem voz para gritar, não tem advogados, não tem como fugir e está escondido no lugar onde deveria estar mais seguro: o ventre da própria mãe. Quando a mãe, o médico e os familiares se unem para interromper essa vida, a quebra de confiança humana e espiritual é total. A Igreja pune com essa severidade máxima para criar uma muralha invisível de proteção ao redor dessa criança. É um grito de socorro legal da Igreja dizendo que ali ninguém pode tocar.
Ao contrário das seitas e de outras denominações, onde a verdade muda de acordo com o humor do pastor e cada líder prega uma coisa diferente, com muitos deles defendendo abertamente o aborto nos meios de comunicação, na Igreja Católica a questão é fechada e não deixa a menor margem para interpretações pessoais. Existe um Magistério único. Se existem pessoas que se dizem católicas, usam esse nome, mas apoiam ou financiam a prática, elas estão agindo diretamente contra a Igreja. Não importa o cargo ou a influência que tenham: ao defenderem o que a fé condena, essas pessoas romperam a comunhão com o Corpo de Cristo e estão todas excomungadas pelo próprio ato que praticam.
Esta postura não nasceu ontem de manhã. O Catecismo da Igreja Católica deixa claro no parágrafo 2270 que a vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta desde o momento da concepção. Desde o primeiro segundo, o embrião tem os direitos de uma pessoa, e o principal deles é o direito inviolável à vida.
O Código de Direito Canônico, que é o livro de leis da Igreja, oficializa isso no cânone 1398. A regra é curta e grossa: quem provoca o aborto, conseguindo o efeito, incorre em excomunhão automática. E a lei penaliza todo mundo que coopera ativamente para que o ato aconteça, não só a gestante. Se o namorado paga, se o médico opera, se a amiga compra o remédio, todos entram na mesma sentença espiritual. Essa mesma teia de cumplicidade alcança o político e o partido que criam e promovem leis para legalizar a prática, assim como o eleitor católico que, consciente disso, dá o seu voto e o seu aval a esse projeto político abortista. A responsabilidade atinge também o juiz que, na ausência de uma lei que autorize o ato, decide ultrapassar suas funções e toma para si a prerrogativa de "criá-la" por meio de decisões judiciais. Diante de Deus, a caneta que assina a liberação carrega o mesmo peso do instrumento que executa o procedimento.
Se olharmos para o passado, a tradição é uma rocha que nunca saiu do lugar. Na Patrística, os primeiros pais da Igreja já batiam nessa tecla quando o Império Romano achava o aborto algo normal. A *Didaché*, o manual de doutrina mais antigo dos apóstolos escrito ainda no primeiro século, diz textualmente: "Não matarás a criança no seio materno, nem a matarás após o nascimento". São João Crisóstomo ia além e dizia que o aborto era algo pior que o homicídio, porque você tira a vida de alguém antes mesmo de ela ver o mundo.
A Bíblia fundamenta toda essa estrutura no respeito à soberania de Deus sobre a vida. No livro do profeta Jeremias, capítulo 1, versículo 5, Deus diz: "Antes que no seio materno fostes formado, eu já te conhecia". Para o católico, o útero não é um laboratório de tecidos descartáveis, mas um santuário onde Deus trabalha diretamente na alma de um novo ser.
Os santos sempre falaram disso com uma clareza que incomoda o mundo moderno. Santa Teresa de Calcutá repetia exaustivamente que o aborto é a maior ameaça para a paz mundial, porque se uma mãe pode matar o seu próprio filho, o que impede as pessoas de matarem umas às outras?
A excomunhão parece uma crueldade para quem olha de fora, mas o objetivo dela é medicinal. A Igreja afasta o pecador para que ele sinta o impacto do vazio de Deus e corra para o arrependimento. Existe perdão para o aborto, e a misericórdia divina é infinita, mas o caminho de volta exige que a pessoa reconheça a gravidade do sangue inocente que foi derramado.
Créditos na Imagem Via Pinterest, Texto Via Página Católica.: https://www.facebook.com/MinhaSantaIgrejaCatolicaApostolicaRomana
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