ALERTA CATÓLICO! "PADRE MORRE DURANTE A MISSA CELEBRADA AO VIVO, DEPOIS QUE A CRUZ SE DESPRENDEU E CAIU SOBRE ELE NO EQUADOR!
Ele Não foi Morto Por Um Objeto Amaldiçoado!
A respeito da trágica morte do sacerdote equatoriano, Patrício Sanches, muitos comentários maldosos têm surgido: Alguns comemoraram, outros debocharam, e ainda houve quem atribuísse um castigo divino, por verem a cruz como objeto de idolatria.
E um destes disparates dizia: "a cruz é um símbolo de maldição, lugar de cruz é no cemitério"!
Pasmem, mas isto foi dito por quem se diz cristão e não tem a cruz por símbolo cristão!
De fato, na antiguidade, a cruz, por ser um instrumento de condenação à morte, era um sinal de maldição (Gl 3,13). Todavia, depois que Jesus morreu nela por nós, a Cruz se tornou um sinal de honra e bênção, e o mais sublime e universal sinal de indentidade do cristão.
São Paulo Apóstolo fala que o resumo da sua pregação, o Cristianismo, era Cristo crucificado: “Nós proclamamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os pagãos” (1 Cor 1, 23). Ora, um protestante que se escandaliza com a Cruz de Cristo e a considera uma maldição, comporta-se como um infame pagão!
E realmente os pagãos tinham o sagrado símbolo por abominável, o “escândalo da Cruz” (Gl 5, 11), e muitos a odiavam: “Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo, cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas" (Filipenses 3,18-19). O ódio à cruz, o incômodo pela cruz, o escândalo da cruz, referem-se à Cristo. É Ele que incomoda, é sua doutrina, é sua lembrança que incomoda. É por isso que os atuais “inimigos da cruz de Cristo” não querem vê-la.
Mas é o próprio Cristo quem usa o símbolo da cruz como meta de jornada penitencial rumo à salvação:
Lucas 9,23 — Jesus dizia a todos: 'Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me".
Novamente São Paulo usa o poderoso sinal da cruz: 1 Coríntios 1,18 — "Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus".
Gálatas 6,14 — "Quanto a mim, que eu jamais me glorie, a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, por meio da qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo".
Efésios 2,16 — "E para os reconciliar com Deus, num só Corpo, por meio da cruz, matando assim a inimizade".
Assim, a morte daquele pobre sacerdote, mortalmente atingido pela cruz, dá-nos uma reflexão preciosa: pela Cruz Cristo nos redime a todos, e é possível que por uma cruz o Senhor quis reivindicar para Si a alma daquele sacerdote, o qual no seu ofício fazia as vezes do Sumo e Eterno Sacerdote ("in persona Christi") no altar de cada Santa Missa!
Não podemos, pois, conceber que foi uma maldição, um castigo de Deus, por aquele símbolo sagrado e abençoado estar ali, naquele templo católico. O Todo-Poderoso jamais sairá doravante dizimando todos os sacerdotes por reverenciar um objeto sagrado e enaltecido nas Escrituras como símbolo de redenção e salvação, há 2.000 anos usado como tal na Santa Igreja!
Isto de inferir que foi castigo divino, tal não é interpretação nova. No Evangelho, as pessoas acreditavam exatamente na mesma coisa: que, se alguém sofria uma desgraça, era porque Deus o estava castigando por seus pecados.
Entretanto, Jesus corrigiu isso radicalmente:
"Nessa ocasião, apareceram alguns a falar-lhe dos galileus, cujo sangue Pilatos tinha misturado com o dos sacrifícios que eles ofereciam. Respondeu-lhes: «Julgais que esses galileus eram mais pecadores que todos os outros galileus, por terem assim sofrido?Não, Eu vo-lo digo; mas, se não vos converterdes, perecereis todos igualmente. E aqueles dezoito sobre os quais caiu a torre de Siloé, matando-os, eram mais culpados que todos os outros habitantes de Jerusalém? Não, Eu vo-lo digo; mas, se não vos converterdes, perecereis todos da mesma forma» (Lucas 13,1-5)
Jesus estabeleceu um princípio eterno: uma morte trágica ou inesperada não é prova de que a pessoa fosse mais pecadora, nem de que Deus a estivesse castigando. Se alguém, hoje, afirma o contrário, está ensinando algo que Cristo já rejeitou.
O Profeta Isaías havia sentenciado desde o Antigo Testamento: "O inocente perece e ninguém se importa, os homens bons são levados, e não há quem compreenda que o inocente é uma vítima dos maus. Mas há de vir a paz, e descansarão nos seus leitos os que seguem por caminhos retos!" (Isaías 57,1-2)
***************************************************************************************************************************************************************
As imagens da morte de um sacerdote em plena celebração da Eucaristia, atingido pela queda de um crucifixo, são profundamente perturbadoras. Diante deste trágico acidente, as perguntas brotam espontaneamente. Porquê?
O Pe. Patricio Alfredo Sánchez Molinari nasceu em Cuenca, no Equador, em 1973. Pertencia à Congregação do Santíssimo Redentor. Dois dias antes da sua morte, completara 21 anos de sacerdócio, tendo sido ordenado a 15 de outubro de 2005. Serviu durante vários anos a comunidade de San Lorenzo de Vinces e era agora pároco de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Guayaquil. Os que com ele conviveram recordam um homem “simples, humilde e próximo”, disponível para acompanhar os fiéis e visitar os doentes. “Patricio viveu fazendo o bem e morreu entregando tudo”, foi afirmado numa celebração em sua memória.
Poucos minutos antes de morrer, na homilia, falou do tempo gasto no trabalho, no telemóvel, nas séries e em tantas outras ocupações, e do pouco espaço dado àquilo que verdadeiramente importa. “O tempo que damos de qualidade a Deus, aos nossos irmãos, ao esposo, à esposa, aos filhos, à família, esse tempo é o melhor empregue”.
Recordei-me de uma expressão de São João da Cruz: “Ao entardecer da vida, seremos julgados pelo amor". No fim, só o amor permanecerá. Ficará o amor que demos, as pessoas de quem cuidámos, o tempo que oferecemos, o bem que fizemos. Porque "Deus é amor, e quem permanece no amor, permanece em Deus, e Deus nele" (1 Jo 4, 16).
Nota da Arquidiocese de Guayaquil, Equador:
A congregação do Santíssimo Redentor, e a Arquidiocese de Guayaquil, convidam você para a Eucaristia em memória de Pe. Alfredo Sánchez Monari, CSsR, que serviu como pároco da Igreja do Perpétuo Socorro. Domingo dia 18 de Outubro de 2026, 21:00h, Paróquia Perpétuo Socorro José Mascote e Maldonado descanse em paz.
🕂
Fotos Página Sou Católico.: https:\\www.facebook.com\soucatolicoedefendo
Comentários
Postar um comentário