O PODER DA CONFISSÃO
O PODER DA CONFISSÃO!
A cultura moderna insiste em criar super-heróis de capa e máscara para preencher um vazio imenso. A ficção tenta suprir uma necessidade humana real de salvação. Só que nenhum herói dos quadrinhos consegue perdoar um único pecado ou salvar uma alma da condenação eterna!
O sacerdote católico não precisa de poderes fictícios. Ele carrega nos ombros o peso do próprio Cristo e atua diretamente na guerra invisível que define o destino eterno de cada homem.
A dignidade do sacerdócio vem da instituição divina. O próprio Cristo confiou aos seus apóstolos a autoridade sobre os sacramentos e a condução da Igreja.
Em São João 20, 22-23, vemos isso claramente quando Ele sopra sobre os discípulos e diz:
"Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, lhes serão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes, lhes serão retidos".
Não, irmãos, a batina preta não é mero uniforme ou tradição estética. Ela é um sinal visível de mortificação e renúncia total ao mundo.
O padre morre para os próprios projetos e ambições egoístas para viver exclusivamente para Deus e para as almas!
São João Crisóstomo enfatizava essa grandeza incomparável ao afirmar que o sacerdócio se exerce na terra, mas possui o privilégio e a ordem das coisas celestiais, superando em autoridade os próprios reis e imperadores.
No altar, a missão do sacerdote atinge o seu ponto mais alto. Ao pronunciar as palavras da consagração, o padre age IN PERSONA CHRISTI, tornando presente de forma incruenta o mesmo sacrifício do Calvário.
Ali, o pão e o vinho transformam-se verdadeiramente no Corpo e no Sangue do Nosso Senhor.
Santo Agostinho explicava essa entrega ao dizer que o sacerdote é o ministro de Cristo e o dispensador dos Seus mistérios, agindo como um instrumento de graça na mão do Único e Verdadeiro Mediador.
Já no confessionário, a batalha espiritual se torna direta e implacável. O padre se torna a voz e a misericórdia de Deus para arrancar as almas do domínio do mal.
A luta contra o demônio não é uma metáfora poética, mas uma realidade diária enfrentada por meio do perdão dos pecados, da oração constante e da celebração diária da Santa Missa.
O Santo Cura d'Ars, São João Maria Vianney, costumava ressaltar essa realidade ao dizer que o padre não é para si mesmo, mas para os outros, e que sem o sacerdote, a paixão e a morte de Jesus de nada serviriam para a humanidade.
É preciso encarar os sacerdotes com olhos de fé e constante gratidão. Olhos de fé e constante gratidão!
Eles enfrentam uma batalha diária pela salvação do povo de Deus, muitas vezes em meio à solidão, incompreensão e combates espirituais intensos.
Rezar diariamente pela santificação dos padres e apoiá-los em sua missão não é apenas um ato de cortesia, mas um dever essencial de todo católico comprometido com a Verdade.
Créditos na Imagem Via Pinterest Texto Via Página Católica.: https://www.facebook.com/MinhaSantaIgrejaCatolicaApostolicaRomana
Assistam ao vídeo de formação com Padre Chrystian Shankar:📹📺🎦🎧
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