FORMAÇÃO.: "A CRUZ PERMANECE IMÓVEL, ENQUANTO O MUNDO GIRA UMA BÚSSOLA ETERNA PARA UM MUNDO EM CONSTANTE MUDANÇA!!!
A Cruz Permanece Imóvel Enquanto o Mundo Gira.Uma Bússola Eterna Para um Mundo em Constante Mudança.
Ao entrar em uma igreja, deixamos a agitação do mundo exterior para mergulhar na contemplação do mistério interior. A porta da frente marca essa passagem, dando corpo a esse contraste.
Nas cores dos vitrais, o azul é frequentemente associado à pureza, à Virgem Maria e ao céu. O vermelho simboliza o sacrifício, o martírio e, às vezes, o sangue de Jesus Cristo. O verde está associado à esperança, à natureza e ao renascimento. Outras cores, como o amarelo (riqueza, nobreza) e o branco (pureza, inocência), completam essa paleta.
O vermelho flamejante da vida nos arrasta para o turbilhão frenético e caótico das atividades mundanas, tantas vezes vãs e passageiras; ruge a incandescência do amarelo quando a excitação prevalece sobre a razão; desce para o marrom da terra com suas preocupações materiais, até mesmo para a escuridão negra quando a loucura ativista nos leva ao coração da falta de sentido.
Mas, como no registro litúrgico, onde significa o sangue dos mártires e de Jesus Cristo tanto quanto o fogo do Espírito Santo no Pentecostes, o vermelho não designa apenas o caos: expressa a energia vital da renovação que flui pelas veias de cada pessoa quando é alcançada pela graça divina. Nesse sentido, alguns toques de vermelho sugerem essa interpenetração divino-humana, da qual Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, é o modelo consumado
Em contraste, do azul emergem harmonia e paz, que nada parece capaz de perturbar; uma serenidade celestial suspende o tempo e eleva nosso olhar para cima.
Sim, este é o segundo elemento de contraste: enquanto o azul nos coloca em um estado de verticalidade e estabilidade, os elementos à direita, ao contrário, nos arrastam para a fúria desorganizada de um grupo de pessoas oprimidas pelas preocupações que as perturbam, vêm para desenhar
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A cruz não é apenas um instrumento de tortura transformado em símbolo religioso. É o altar sobre o qual o Cordeiro de Deus se ofereceu pela salvação do mundo. São Paulo proclamou isso com veemência: "Nós pregamos Jesus Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os gentios, mas para os que são chamados, poder de Deus e sabedoria de Deus" (1 Coríntios 1:23-24).
Nosso Senhor Jesus Cristo crucificado não é uma ideia ou uma filosofia: é uma pessoa viva que sofreu por amor e venceu a morte. Ele é a rocha sólida sobre a qual a vida cristã é construída (cf. Mateus 7:24-25).
Em um mundo onde a moralidade é relativa e a verdade é manipulada, a cruz é a âncora. Contém a medida do amor, o peso do pecado e o preço da nossa salvação. Teologicamente, a cruz é o eixo do mundo, o eixo invisível que sustenta todo o universo. O sacrifício de Jesus Cristo reconcilia o céu e a terra, e cada alma com o Pai. Cada missa representa este mistério. A Cruz ressurge como uma fonte de graça para o mundo inteiro.
Tudo está em fluxo hoje em dia: política, cultura, economia, até mesmo valores. A própria Igreja passa por tempos turbulentos, marcados por divisões internas, confusão doutrinal e perseguição externa. Em meio a esse turbilhão, a alma pode se perder se não se apegar a algo estável. A Cruz permanece. É o sinal indelével do amor de Deus. Mas, para ter poder em nossas vidas, não basta olhar para ela de longe: é preciso acolhê-la.
"Se alguém quiser vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz todos os dias e siga-me" (Lucas 9,23).
A cruz não é apenas um símbolo de sofrimento; é a porta de entrada para a verdadeira liberdade. Ela nos liberta do pecado, do egoísmo e da escravidão do mundo. Abraçá-la é acreditar que, mesmo quando tudo ao nosso redor muda, Deus permanece fiel. Seu amor não muda. Sua promessa se cumpriu.
São Bruno, fundador dos Cartuxos, viveu na solidão do deserto espiritual, mas sua vida deu frutos para a Igreja. Santa Teresa de Ávila, São João da Cruz, São Padre Pio e Santa Teresa de Calcutá também abraçaram a Cruz firmemente, enquanto o mundo mudava ao seu redor. Mesmo hoje, muitos católicos perseguidos ao redor do mundo testemunham que a Cruz permanece, mesmo quando o mundo se torna hostil.
Somos convidados a lembrar que a lealdade a Jesus Cristo não depende de circunstâncias externas, mas do amor interior que nos move.
Tome a sua cruz todos os dias e siga-me
Sim, este é o segundo elemento de contraste: enquanto o azul nos coloca em um estado de verticalidade e estabilidade, os elementos à direita, ao contrário, nos arrastam para a fúria desorganizada de uma dinâmica horizontal em queda livre. Os fiéis, oprimidos pelas preocupações que os perturbam, vêm buscar no lugar santo a paz que Jesus Cristo ressuscitado pode lhes oferecer
Enquanto a órbita da Terra gira, redonda como a inicial de "orbis"; enquanto faz os humanos girarem suas cabeças a ponto de as letras quebrarem, e o "s" final poder ser lido em ambas as direções; enquanto os dois "v" de "volvitur" se formam como o "w" de uma teia, uma teia espiral infernal contra a qual a humanidade não pode mais fazer nada, o verbo está na voz passiva, para mostrar que o planeta e seus habitantes são impelidos, quase apesar de si mesmos, por forças além de seu controle - enquanto tudo se move, a cruz permanece ("stat"), um farol imutável de esperança erguido no coração das tempestades do mundo.
E agora o primeiro "t" do verbo "stat" se transforma em uma cruz, algo como o hebraico "Taw" que constitui a cruz de São Francisco de Assis,
A frase em latim começa com a mesma letra que termina, um "s", desta vez imbuído de dignidade
E o "x" final de Crux começa a dançar em letras douradas. Pois a cruz, um instrumento de tortura, torna-se uma fonte de salvação para a multidão dos oprimidos.
A palavra 'crux' domina todo o resto: sua persistência lúdica e alegre, irradiando esperança, prevalece sobre a desintegração das letras à direita, que pairam em terreno de pânico.
Assim como as palavras "volvitur orbis" se contorcem e se emaranham em um turbilhão infernal que parece sugar e desorganizar a ponto de não haver para cima ou para baixo, os termos "stat crux" nos tranquilizam na permanência da eternidade.
Os dois "t" em "stat" representam uma imitação de Jesus Cristo ressuscitando do túmulo.
A cruz, sinal da morte, torna-se um símbolo da vida.
Nosso universo está dividido entre as forças naturais de destruição que tantas vezes parecem prevalecer e o poder salvador que emana de Jesus Cristo Ressuscitado, capaz de transformar tudo
Azul nos diz que o amor triunfa sobre o ódio, apesar de tudo: na realidade mais atormentada, sempre há esperança de que a harmonia seja restaurada.
Text In English Eclesiasticus Cor Iesu Sacrarissimum, Tradução Via Google Tradutor Créditos na Imagem Via Pinterest.: https://www.facebook.com/efrenriz.lazaro

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