REZEMOS TODOS (AS) PELO NOSSO QUERIDO FREI GILSON!
REZEMOS TODOS (AS)PELO NOSSO QUERIDO FREI GILSON!
Não existe honestidade em acusar um sacerdote católico de “discurso discriminatório” simplesmente por repetir aquilo que a Igreja Católica ensina há mais de dois mil anos. Frei Gilson não criou uma nova doutrina, não incentivou violência e não convocou perseguição contra ninguém. Apenas transmitiu princípios morais presentes no Catecismo, na Bíblia e na tradição cristã.
Classificar isso como intolerância é uma inversão perigosa. Intolerância seria impedir um padre de professar a própria fé dentro de sua missão sacerdotal.
A acusação perde ainda mais força porque a doutrina católica distingue claramente o respeito devido à pessoa da avaliação moral dos atos. A Igreja manda acolher toda pessoa com dignidade e condena injustiças, agressões e humilhações. Portanto, tentar apresentar a pregação católica como “ódio” exige ignorar deliberadamente o que a própria Igreja ensina oficialmente.
O mesmo acontece com a questão da mulher. Retiram frases isoladas, arrancam do contexto bíblico e teológico e apresentam ao público como se o cristianismo defendesse inferioridade feminina. Isso é desonesto. A visão cristã tradicional fala de amor sacrificial, responsabilidade e complementaridade, não de opressão.
O mais preocupante não é apenas a denúncia em si, mas o precedente que ela tenta criar:se um sacerdote pode ser investigado por ensinar a moral de sua religião, então qualquer líder religioso poderá ser perseguido amanhã por desagradar grupos ideológicos.
A liberdade religiosa não serve apenas para permitir cultos dentro de templos. Ela inclui o direito de anunciar publicamente aquilo que a própria religião crê, mesmo quando contraria pensamentos dominantes.
Frei Gilson se tornou alvo não por espalhar ódio, mas porque sua voz alcança milhões de pessoas através da oração, da pregação e da defesa da fé católica. Em vez de combater argumentos com argumentos, tentam transformar divergência religiosa em caso policial.
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ALERTA CATÓLICO! CADA DIA PIOR! 🤮
Prestem atenção: o que está acontecendo com o Frei Gilson precisa nos fazer refletir. Porque a questão vai muito além de uma denúncia contra uma pessoa. Estamos falando do direito de um padre ensinar publicamente aquilo que a Igreja Católica sempre ensinou.
⚠️ Uma coisa é discordar da doutrina católica. Em um país democrático, isso é legítimo. Outra coisa completamente diferente é tentar criminalizar a Igreja por continuar sendo Igreja.
A doutrina católica não é discurso de ódio.
A Igreja ensina o respeito e a dignidade de toda pessoa humana. Mas também ensina, com clareza, sua moral sobre família, sexualidade, pecado, virtude e santidade. E ela não pode mudar aquilo que recebeu de Jesus Cristo apenas para agradar o espírito de uma época.
O problema é que muitos parecem aceitar a religião somente enquanto ela concorda com o pensamento dominante. Quando a Igreja anuncia o Evangelho de forma clara, imediatamente surgem acusações de intolerância ou preconceito.
Isso é perigoso.
👉 Liberdade religiosa não significa apenas o direito de rezar dentro da igreja. Liberdade religiosa inclui evangelizar, catequizar, pregar e ensinar a própria fé publicamente.
Um padre não sobe ao altar para repetir ideologias do mundo. Ele sobe para anunciar Jesus Cristo. É isso que fazemos!
E preocupa ver conceitos clássicos da filosofia, da teologia e da própria lei natural sendo tratados como algo criminoso. Então fica a pergunta: no Brasil, um padre ainda pode ensinar a doutrina católica?
Protocolar uma denúncia é fácil. O problema é o dano causado à imagem, a tentativa de intimidação e o medo que isso pode gerar em quem anuncia a fé.
⚠️ A Igreja Católica não vai abandonar a verdade para receber aplausos. Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e sempre.
Por isso, mais do que nunca, precisamos anunciar a fé com coragem, clareza, respeito e fidelidade ao Evangelho. NÃO VÃO NOS CALAR!
Créditos nas imagens via Pinterest Fonte do Texto Via Padre Christian Shankar.: https://www.facebook.com/padrechrystian
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