EUCARISTIA, PRESENÇA REAL DE CRISTO RESSUSCITADO!
Se a presença eucarística fosse real, então Cristo estaria segurando Seu próprio Corpo em Suas próprias mãos, como dizem Geisler e MacKenzie
E Santo Agostinho, o que diz?
"*E ele foi levado em suas próprias mãos. Mas, irmãos, como é possível que um homem faça isso? Quem pode entender? Quem é que é levado em suas próprias mãos? Um homem pode ser levado nas mãos de outro; mas ninguém pode ser levado em suas próprias mãos.* Como isso deve ser entendido literalmente de Davi, não podemos descobrir, mas podemos descobrir como é entendido de Cristo. *Pois Cristo foi levado em Suas próprias mãos, quando, referindo-se ao Seu próprio Corpo, disse: Isto é o Meu Corpo. Pois Ele levou aquele Corpo em Suas mãos.*"
Augustine, Comentário aos Salmos, 33, 1, 10.
O argumento de Norman Geisler e Ralph MacKenzie é que seria “absurdo” Cristo segurar Seu próprio Corpo nas mãos. Porém, Agostinho responde exatamente a isso dizendo:
“Cristo foi levado em Suas próprias mãos, quando, referindo-se ao Seu próprio Corpo, disse: ‘Isto é o Meu Corpo.’ Pois Ele levou aquele Corpo em Suas mãos.”
PARA SANTO AGOSTINHO, ISSO NÃO É PROBLEMA LÓGICO, MAS MISTÉRIO LIGADO A IDENTIDADE DIVINA DE CRISTO E AO SACRAMENTO.
A IDEIA CENTRAL DE SANTO AGOSTINHO ERA:
Literalmente, um homem comum não pode “carregar a si mesmo nas mãos”;
mas CRISTO o fez sacramentalmente na Ceia;
quando entregou o pão dizendo “Isto é o Meu Corpo”.
ISSO MOSTRA QUE SANTO AGOSTINHO NÃO ENTENDIA AS PALAVRAS DA INSTITUIÇÃO DA EUCARISTIA APENAS COMO SÍMBOLO VAZIO
Ao mesmo tempo, é importante notar que Santo Agostinho também usa linguagem simbólica em vários textos sobre os sacramentos. Por isso, protestantes HERETICAMENTE DETURPAM A INTERPRETAÇÃO o conjunto da teologia eucarística de Santo Agostinho.
MS ESSE TEXTO ESPECÍFICO É FORTÍSSIMO EM FAVOR DA PRESENÇA REAL DO SACRAMENTO DA EUCARISTIA PORQUE:
== Santo Agostinho identifica o “Corpo” da Ceia com o Corpo de Cristo;
== Afirma que CRISTO “levou aquele Corpo em Suas mãos”;
== Usa isso para explicar um mistério messiânico aplicado a CRISTO.
A tradição CRISTÃ CATÓLICA posteriormente desenvolveu isso na doutrina da transubstanciação, definida dogmaticamente no Concílio de Trento.
O texto em si certamente não favorece um memorialismo estrito do tipo, é apenas símbolo DETURPADO PELAS SEITAS PROTESTANTES.
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