A IGREJA NÃO PEDE O JEJUM EUCARÍSTICO POR RIGOR, MAS PARA FORMAR EM NÓS A REVERÊNCIA DIANTE DO MISTÉRIO QUE VAMOS RECEBER
A Igreja não pede o Jejum Eucarístico por Rigor, mas Para Formar em Nós a Reverência Diante do Mistério que Vamos Receber.
O Código de Direito Canônico (cân. 919 §1) ensina que quem vai comungar deve guardar ao menos 1 hora de jejum antes da Sagrada Comunhão, abstendo-se de qualquer comida ou bebida.
Há exceções claras:
• água não quebra o jejum
• medicamentos também não
Além disso, o próprio direito da Igreja prevê caridade e prudência:
• idosos
• enfermos
• e aqueles que cuidam deles
podem comungar mesmo que não tenham observado plenamente esse tempo.
Ou seja, a Igreja não ignora a realidade humana. Mas também não reduz o sagrado ao mínimo necessário.
O jejum eucarístico é um ato de preparação interior. Ele disciplina o corpo para que a alma esteja desperta. É um gesto simples, mas profundamente simbólico: esvaziar-se para receber Aquele que é tudo.
Por isso, a pergunta não deve parar no “pode ou não pode”.
Sim, você pode beber água.
Sim, há situações em que isso é necessário.
Mas, quando não há necessidade, vale a reflexão:
por que não oferecer esse pequeno sacrifício?
Esperar um pouco mais, renunciar a um hábito automático, silenciar o corpo… tudo isso educa o coração para reconhecer a grandeza da Eucaristia.
Porque na Comunhão não recebemos um símbolo.
Não é apenas um rito.
Recebemos o próprio Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, presente de forma real.
E quando essa verdade se torna consciência,
o comportamento muda, a postura muda, o coração muda.
O jejum deixa de ser obrigação…
e se torna amor.
Adoremus in aeternum...
Fonte Via Página Cruz Santa Cruz.: https://www.facebook.com/acruzsantaperfil
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