REFLEXÕES PARA A SEMANA SANTA.: A CRUCIFICAÇÃO DE JESUS CRISTO!"
A crucificação, segundo a história antiga e a Tradição católica, era um dos métodos de execução mais cruéis usados pelo Império Romano, reservado principalmente para criminosos, escravos e rebeldes. A Igreja compreende esse contexto ao meditar sobre a Paixão de Jesus Cristo.
Antes da crucificação, o condenado era açoitado (flagelação). Isso já causava enorme sofrimento físico e perda de sangue.
Nos Evangelhos, isso aparece claramente no julgamento de Jesus por Pôncio Pilatos.
O condenado normalmente carregava a trave horizontal (chamada patibulum) até o local da execução.
No caso de Jesus, a tradição recorda que Ele caiu várias vezes no caminho, episódio conhecido como o caminho do Calvário.
A execução acontecia em lugares públicos, como o Gólgota (também chamado Calvário), para servir de exemplo e intimidação.
O condenado era pregado ou amarrado à cruz:
- Pregos eram colocados nos pulsos (região mais resistente) e nos pés;
- O corpo ficava suspenso, causando dor extrema;
- A Tradição católica sustenta que Jesus foi pregado, como testemunham os Evangelhos (Jo 20,25).
A morte geralmente ocorria por:
- asfixia (dificuldade de respirar ao ficar suspenso);
- choque hipovolêmico (perda de sangue);
exaustão extrema;
O crucificado precisava se erguer nos pregos para respirar, o que aumentava ainda mais a dor.
Após a morte, às vezes os soldados quebravam as pernas para acelerar o fim (prática chamada crurifragium).
No caso de Jesus, isso não foi necessário; um soldado perfurou Seu lado com uma lança (Jo 19,34), confirmando sua morte.
Para a Igreja, a crucificação de Jesus Cristo não é apenas um fato histórico, mas o momento central da salvação:
- Ele oferece sua vida por amor;
- redime a humanidade do pecado;
- transforma um instrumento de morte (a cruz) em sinal de vida e esperança;
Créditos na Imagem Via Pinterest, Texto Fonte Via Página icatolica.com.: https://www.facebook.com/icatolicaa ou inforcatolica.blogspot.com
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