A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE É FALSA!
I. A BÍBLIA DERRUBA A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE
(não por opinião, mas por revelação)
A teologia da prosperidade afirma que riqueza material, sucesso e ausência de sofrimento são sinais diretos da bênção de Deus.
A Escritura Sagrada, porém, ensina exatamente o contrário.
Cristo e os Apóstolos nunca prometeram prosperidade
“Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz cada dia e siga-me.”
(Lc 9,23)
“No mundo tereis tribulações. Mas tende coragem: eu venci o mundo.”
(Jo 16,33)
“Bem-aventurados os pobres, porque vosso é o Reino de Deus.”
(Lc 6,20)
Cristo não promete riqueza.
Promete cruz.
A riqueza é apresentada como perigo espiritual
“Quão difícil é para os que possuem riquezas entrar no Reino de Deus!”
(Mc 10,23)
“Não podeis servir a Deus e ao dinheiro.”
(Mt 6,24)
“A raiz de todos os males é o amor ao dinheiro.”
(1Tm 6,10)
“Os que querem enriquecer caem em tentações, armadilhas e desejos insensatos.”
(1Tm 6,9)
A Bíblia não santifica a riqueza — ela adverte contra ela.
Os justos sofrem — e sofrem muito
“Muitas são as tribulações dos justos, mas de todas o Senhor os livra.”
(Sl 34,20)
“Foi preciso que entrássemos no Reino de Deus através de muitos sofrimentos.”
(At 14,22)
“Todos os que quiserem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.”
(2Tm 3,12)
Se prosperidade fosse sinal de fé,
os mártires seriam os menos abençoados da história.
Mas são eles os mais glorificados.
O próprio Cristo foi pobre, rejeitado e crucificado:
“As raposas têm tocas, as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.”
(Lc 9,58)
“Ele se esvaziou a si mesmo, assumindo a condição de servo.”
(Fl 2,7)
A cruz não é um acidente no cristianismo.
Ela é o centro.
II. A IGREJA CATÓLICA: A IGREJA DA CRUZ
Enquanto a teologia da prosperidade tenta fugir do sofrimento,
a Igreja Católica ensina a redimi-lo.
Sofrimento não é ausência de Deus
É lugar de união com Cristo.
“Completo em minha carne o que falta às tribulações de Cristo, em favor do seu Corpo, que é a Igreja.”
(Cl 1,24)
Isso não é derrota.
É participação no mistério da salvação.
A cruz dá sentido à dor humana
A Igreja nunca prometeu riqueza.
Nunca prometeu sucesso.
Nunca prometeu imunidade à dor.
Ela prometeu algo maior:
“Se com Ele sofremos, com Ele também seremos glorificados.”
(Rm 8,17)
“As aflições do tempo presente não se comparam com a glória futura.”
(Rm 8,18)
A teologia da prosperidade diz:
“Se você sofre, sua fé falhou.”
A Igreja Católica responde:
“Se você sofre unido a Cristo, sua fé amadureceu.”
Somos a Igreja do Crucificado
Adoramos um Deus pregado numa cruz
Veneramos mártires, não milionários
Seguimos santos, não coaches espirituais
Pregamos redenção, não enriquecimento
“Nós pregamos Cristo crucificado: escândalo para uns, loucura para outros.”
(1Cor 1,23)
A cruz sempre foi escândalo.
E continuará sendo — especialmente para quem quer um cristianismo sem dor.
CONCLUSÃO:
A teologia da prosperidade não cai por argumentos humanos.
Ela cai diante da Bíblia.
E a Igreja Católica permanece porque nunca negociou o essencial:
👉 Não existe cristianismo sem cruz.
👉 Não existe glória sem sacrifício.
👉 Não existe ressurreição sem morte.
Somos a Igreja da Cruz.
E é por isso que resistimos há dois mil anos.
Fonte do Texto e Créditos na Imagem Via Página Bem Coisa de Católico.: https://www.facebook.com/bemcoisadecatolico
Comentários
Postar um comentário