ACONSELHAMENTO PARA CASAIS EM TODOS OS ESTÁGIOS DE RELACIONAMENTO:

 

"Certamente, é lógico e completamente normal que uma esposa se preocupe com a vida espiritual de seu marido. Mas nisso, como em tudo o mais, ela não deve julgá-lo por sua própria imagem.
 
O fervor religioso do homem é, evidentemente, muito menos sensível, ou se preferir, muito menos perceptível que o da mulher. Isso significa que é mais raso? Não necessariamente.
Neste campo, mais do que em qualquer outro, a esposa deve mostrar todo o tato à sua disposição para despertar no marido um feliz despertar espiritual.
 
Agora a noiva tem uma excelente oportunidade para testar sua coragem; a última temporada de relacionamentos implica, de fato, maiores dificuldades morais, devido a um compromisso cada vez mais completo. A noiva que deseja que seus relacionamentos mantenham uma certa qualidade deve, portanto, garantir que seu noivo compartilhe seu ideal espiritual. Se você fizer isso com tato, você tem todas as chances de ter sucesso, provocando uma reação profunda e saudável."
 
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O Cântico dos Cânticos fala de um “jardim fechado” (hortus conclusus), cujas chaves pertencem a Deus. Somente Ele tem o direito de entregar essas chaves e Ele decidiu que elas só podem ser dadas ao cônjuge no santo sacramento do matrimônio. Como é bonito quando a jovem noiva pode dizer ao marido: "Com a permissão de Deus, dou-te estas chaves, sabendo que entrarás neste jardim misterioso com reverência e gratidão"! Mais uma vez, a leitura do livro da natureza implica muito claramente que a presença de Deus é exigida no abraço nupcial, não apenas em um sentido geral, conforme indicado pela aprovação divina (concursus divinus), mas como o dono de um terreno no qual Deus permite que suas criaturas colaborem com ele dando vida. Mais uma vez a mensagem divina é clara para todos os que têm olhos para ver e ouvidos para ouvir. 

A união conjugal deve ser expressão do amor, que é o dom que os esposos fazem do próprio corpo, “ubi caritas et amor, Deus ibi est”, onde há amor, há Deus. Por sua própria essência, o amor é fecundo e, no caso da união conjugal, essa característica se expressa no fato de poder levar à concepção de uma nova vida. Mais uma vez, seguindo o exemplo de São Boaventura, podemos ver que, se os esposos decidem voluntariamente impedir a concepção por meios artificiais, estão de fato decidindo eliminar o amor de sua união, o que inevitavelmente se transformará em um ato de autogratificação em o fim, em vez de ser um ato de auto-entrega. Uma vez que Deus é excluído da câmara nupcial, o amor entre os cônjuges é ameaçado em suas raízes mais profundas. Não deveria surpreender ninguém que os casais que praticam o controle artificial da natalidade são muito mais propensos a se divorciar do que aqueles que vivem sua vida conjugal in conspectu Dei. 

Isso me traz de volta à minha tese principal: as mulheres são as guardiãs da pureza.🌹

 Dra. Alice Von Hildebrand - Mulheres como Guardiãs da Pureza

 

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"Na matemática, a regra é que 'um e um são dois'. Mas na ordem do casamento, Deus estabeleceu uma nova regra: 'um e um são um'; isto é, através do casamento, homem e mulher se tornam um. unem-se. em um novo e misterioso organismo: um se torna parte do corpo do outro.

É o próprio SÃO PAULO que o afirma, escrevendo assim: “É assim que os maridos devem amar suas esposas como a seus próprios corpos. Aquele que ama sua esposa ama a si mesmo. Porque ninguém jamais odiou sua própria carne; antes, alimenta-a e cuida dela com afecto, como Cristo faz com a Igreja, porque somos membros do seu Corpo» (Ef 5, 28-30).

Assim, no casamento cristão, o homem e a mulher estão unidos em um novo e misterioso organismo, como o

união mística que existe entre Cristo e a Igreja. Mas o que é um em sua essência não pode ser dividido em dois. Cristo

ele não pode ser separado de sua Igreja; Nem o marido de sua esposa."

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"O amor é um dom mútuo que termina na recuperação de si mesmo.
 
Comece a ver um ao outro como um presente de Deus. Devemos sempre olhar para o outro como um dom de Deus. 
Os fardos, nós tomamos como vindo das mãos do próprio Deus. 
Quanto maior o amor, mais exigências serão feitas de nós para cumprir esse ideal."
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"Nunca me preocupei em namorar no sentido de que isso me impediria de ser menos de Deus: era tão fácil para mim juntar as duas coisas! Quando ia para a cama, quando estava sozinho, pensava em Pancho e depois da Eucaristia, que era o meu deleite. Todos os dias eu ia comungar e depois vê-lo passar: a memória de Pancho não me impedia de fazer minhas orações. Eu me adornava e me compunha só para agradá-lo; eu ia teatros e bailes com o único propósito de vê-lo, tudo O resto não me importava. E no meio de tudo isso não esqueci meu Deus, na maioria das vezes eu lembrava dele e ele me atraiu de uma forma indizível. Quantas vezes, sob a seda dos meus vestidos, que me importava tanto como se fosse um jargão, usei um cilício forte na cintura para bailes e teatros, regozijando-me com sua dor pelo meu Jesus".

(Aut. 1, p. 73-74).

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Salve Maria Imaculada! Valei-nos São José!

Fonte dos textos Página Ad Maiorem Dei Gloriam: https://web.facebook.com/AdMaioremDeiGloriam


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