AS NOTÍCIAS QUE NÃO ESTÃO NA MÍDIA DE COMUNICAÇÃO SOBRE A GUERRA ENTRE A RÚSSIA E A UCRÂNIA:

 


Mais de 6.000 sacerdotes e religiosas católicos ficaram na Ucrânia para dar abrigo, comida, curar feridos, sustentar espiritualmente e administrar Sacramentos. Algumas pessoas foram se confessar pela primeira vez, para estarem preparadas para a morte. Eles querem até se confessar pelo telefone; mas o padre não pode fazê-lo. Alguém já foi se batizar antes de ir para a guerra e fazer sua primeira comunhão. Milhares foram refugiar-se nos terrenos dos seminários de duas cidades; a Igreja acolhe-os e alimenta-os, lugar para dormir e lavar-se e apoio espiritual.

Um projéctil atingiu a residência do bispo de Kharkiv, mas ninguém se feriu e eles ainda estão lá preparando refeições para levar para duas estações de metro próximas.
Na diocese de Kiev, capital, os supermercados estão vazios; falta pão e água; o bispo auxiliar se encarrega de enviar o necessário, e até ajuda a carregar os veículos com os quais são distribuídos.
Um seminário acolheu mulheres e crianças, cerca de 160; e duas escolas católicas tornaram-se dormitórios. Seminaristas e voluntários atendem.
Essas notícias não são dadas nas notícias.

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"Ajuda à Igreja que Sofre" na Ucrânia

A Fundação Pontifícia destinou um primeiro pacote de ajudas emergenciais no valor de 1, 17 milhões de euros a 22 iniciativas promovidas pela Igreja local. Os beneficiários dos primeiros socorros concedidos pela “Ajuda à Igreja”, por um total de 1, 17 milhões de euros, serão as 22 iniciativas implementadas pelos religiosos e sacerdotes da Igreja Católica Greco-ucraniana (UGCC) e da Igreja Católica Romana (RCC). O objetivo é apoiar primeiramente a Ucrânia oriental, em particular os 4 exarcados da UGCC e as 2 dioceses do RCC: Kharkiv, Donetsk, Odesa, Krym e Kharkiv-Zaporizhya e Odesa-Simferopol (com Krym).

Entre as iniciativas incluem 9 projetos que poderão beneficiar as dioceses, as eparquias e os exarcados por um total de 865 mil euros, que serão liberados nos próximos dias. Os demais projetos dizem respeito à parte ocidental da Ucrânia, ainda não envolvida no conflito, em particular a cidade de Lutsk, uma rota de trânsito para pessoas deslocadas que fogem para a Polônia.

Os fundos serão então distribuídos igualmente por cada bispo, de acordo com as necessidades expressas pelos sacerdotes, religiosos e fiéis. Alguns deles administram orfanatos, lares para idosos ou abrigos para mães solteiras e receberão ajuda através das dioceses beneficiárias. Enquanto isso, está sendo fornecido tanto o apoio material como espiritual aos deslocados.

Nos próximos dias, a Ajuda à Igreja que Sofre aprovará mais ajuda para dioceses, eparquias e exarquias ocidentais. Alguns projetos estão em fase de conclusão.  Para a Igreja Católica Greco-ucraniana serão beneficiadas 17 dioceses com 3.311 sacerdotes diocesanos, 805 religiosas e 522 sacerdotes religiosos; total: 4.638; para a Igreja Católica Romana de rito latino: 7 dioceses com 735 sacerdotes diocesanos, 545 religiosas e 311 sacerdotes religiosos masculinos: total: 1.591.

A Ajuda à Igreja que Sofre continuará a promover coletas periódicas que ajudarão os sacerdotes na celebração de missas; a apoiar a subsistência das religiosas; e financiar quatro projetos de emergência para combater a Covid-19. Ainda é possível enviar fundos para as diversas contas que os parceiros do projeto fornecem. A Igreja na Ucrânia pretende estar ao lado da população. A AIS, juntamente com a comunidade de benfeitores, assegurará que os sacerdotes e religiosos estejam ao lado dos deslocados, especialmente os mais vulneráveis.

Fonte: Vatican News: 

https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2022-03/ajuda-igreja-que-sofre-fundacao-pontificia.html

Doações para: www.acn.org.br/ajuda-emergencial-ucrania

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